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...verdades inconvenientes de um ex-bancário


Emboscada contra o Delegado Protógenes fracassa.

Daniel Dantas - um grande suspeito?

Mensagem do Delegado Protógenes:

Ao povo brasileiro e aos internautas:
Hoje, em São Paulo, por volta das 13h30, nas imediações da Rua Vergueiro com início da Av. Anchieta, em direção do ABC, percebi que o pneu do carro que dirigia estava furado. Parei no acostamento próximo ao posto da Polícia Militar. Ato contínuo notei que dois carros, um Fiat Uno, cor preta e um Vectra dourado, possivelmente ano 96, de placas BDP 9091 - São Paulo, encostaram logo atrás.

Ao perceber a situação suspeita, de emboscada, arranquei com o carro mesmo com o pneu furado. Entrei em uma rua onde haviam alguns caminhões estacionados e parei para telefonar e avisar os colegas.

Em seguida, um jovem oriental usando boné, se aproximou e pediu que eu o companhasse a seu carro que estava parado ali perto. Argumentei que não podia ajudá-lo e, ainda que com o pneu furado, continuei dirigindo e consegui chegar a um lava-jato. Continuei a ser seguido.

Desta vez apenas pelo Vectra, que novamente parou próximo ao local onde eu estava. Deste carro sairam dois orientais, sendo o jovem de boné com idade entre 25 e 30 anos e, outro com aproximadamente 45 ou 50 anos.

Ao confirmar naquele momento o perigo que estava correndo entrei no carro sai a procura de uma oficina ou borracheiro para tentar resolver o problema do pneu furado. Quando percebi que novamente a perseguição continuava, e no Vectra os dois orientais, utilizei técnica especial de direção defensiva e consegui me livrar graças a um cavalo-de-pau. Mesmo assim continuaram tentando me acompanhar a uma certa distância. Parei no posto de gasolina da Petrobras para buscar auxilio, momento que avistei uma patrulha da Polícia Militar passando no local. Informei a situação e o acontecido, apontando para o veículo parado que fugiu em disparada não logrando êxito alcançá-lo.

Deixo aqui o registro da situação suspeita que vem ocorrendo por onde eu me desloco, quase que diariamente, bem como uma homenagem aos valorosos colegas policias brasileiros, em especial as escoltas de Policiais Militares do Estado de São Paulo, que me auxiliaram e conseguiram evitar o mal maior.

E aviso aos meus inimigos que a partir de hoje, além de escolta, tudo que acontece ao meu redor está sendo devidamente registrado e monitorado. Não curvarei ou me intimidarei de meus propósitos, seja como Delegado de Polícia Federal, cidadão brasileiro e sobretudo como um pai determinado a proteger à família.

Por Protógenes Queiroz às 23h30
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Caros (as) Amigos (as), acabei de falar com o Protógenes, ele está bem e me jurou que está com escolta. Deus o proteja e que nossa união aqui na rede possa nos fortalecer mais ainda para podermos apoiá-lo neste delicado momento. Abraço carinhoso a todos, Silvia.

Pintópolis-MG não é vizinha de Carmópolis nem de Virginópolis e agora vai ficar com energia total.


O Senador Álvaro Dias pode já trocar seu domícilio eleitoral e ser Prefeito de Pintópolis. Se for eleito,claro! E aí aproveita a ocasião e leva prá lá o Mão Santa,o Artur Virgilio(mais conhecido em Manaus como o boto cor de rosa) e o José Serra.

Segundo o Paulo Henrique Amorim o repórter Vesgo do Pânico tem muito mais chances de ser eleito que o José Serra, que conforme o Nassif fala está dando seus últimos suspiros.José Serra chegou à conclusão que qualquer candidato apoiado pelo Lula vai ganhar a eleição para Presidente em 2010.

O último suspiro de José Serra


por Luís Nassif, em seu blog

Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia.

A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou.

Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe - um grande escândalo.

O início da derrocada
O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Oportunamente abordarei as razões desse fracasso.

Basicamente:

1. O estilo autoritário-centralizador e a falta de punch para a gestão. O Serra do Ministério da Saúde cedeu lugar a um político vazio, obcecado com a política rasteira. Seu tempo é utilizado para planejar maldades, utilizar a mão-de-gato para atingir adversários, jornalistas atacando colegas e adversários e sua tropa de choque atuando permanentemente para desestabilizar o governo.

2. Fechou-se a qualquer demanda da sociedade, de empresários, trabalhadores ou movimentos sociais.

3. Trocou programas e ideias pelo modo tradicional de fazer política: grandes gastos publicitários, obras viárias, intervenções suspeitíssimas no zoneamento municipal (comandado por Andrea Matarazzo), personalismo absurdo, a ponto de esconder o trabalho individual de cada secretário, uso de verbas da educação para agradar jornais. Ao contrário de Franco Montoro, apesar de ter alguns pesos-pesados em seu secretariado, só Serra aparece. Em vez de um estado-maior, passou a comandar um exército de cabos e sargentos em que só o general pode se pronunciar.

4. Abandonando qualquer veleidade de inovar na gestão, qual a marca de Serra? Perdeu a de bom gestor, perdeu a do sujeito aberto ao contato com linhas de pensamento diversas (que consolidou na Saúde), firmou a de um autoritário ameaçador (vide as pressões constantes sobre qualquer jornalista que ouse lhe fazer uma crítica).

5. No meio empresarial (indústria, construção civil), perdeu boa parte da base de apoio. O mercado o encara com um pé atrás. Setores industriais conseguem portas abertas para dialogar no governo federal, mas não são sequer recebidos no estadual. Há uma expectativa latente de guerra permanente com os movimentos sociais. Sobraram, para sua base de apoio, a mídia velha e alguns grandes grupos empresariais de São Paulo - mas que também (os grupos) vêem a candidatura Dilma Rousseff com bons olhos.

A rede de interesses
O PSDB já sabe que o único candidato capaz de surpreender na campanha é Aécio Neves. Deixou marca de boa gestão, mostrou espírito conciliador, tem-se apresentado como continuidade aprimorada do governo Lula - não como um governo de ruptura, imagem que pegou em Serra.

Será bem sucedido? Provavelmente não. Entre a herança autêntica de Lula - Dilma - e o genérico - Aécio - o eleitor ficará com o autêntico. Além disso, se Serra se tornou uma incógnita em relação ao financismo da economia, Aécio é uma certeza: com ele, voltaria com tudo o estilo Malan-Armínio de política econômica, momentaneamente derrotado pela crise global. Mas, em caso de qualquer desgaste maior da candidatura oficial, quem tem muito mais probabilidade de se beneficiar é Aécio, que representa o novo, não Serra, que passou a encarnar o velho.

Acontece que Serra tem três trunfos que estão amarrando o PSDB ao abraço de afogado com ele.

O primeiro, caixa fornida para bancar campanhas de aliados. O segundo, o controle da Executiva do partido. O terceiro, o apoio (até agora irrestrito) da mídia, que sonha com o salvador que, eleito, barrará a entrada de novos competidores no mercado.

Se desiste da candidatura, todos os que passaram a orbitar em torno dele terão trabalho redobrado para se recolocarem ante outro candidato. Os que deram apoio de primeira hora sempre terão a preferência.

Fica-se, então, nessa, de apelar para os escândalos como último recurso capaz de inverter a dinâmica descendente de sua candidatura. E aí sobressai o pior de Serra.

Ressuscitando o caso Lunus
Em 2002, por exemplo, a candidatura Roseana Sarney estava ganhando essa dinâmica de crescimento. Ganhara a simpatia da mídia, o mercado ainda não confiava em Serra. Mas não tinha consistência. Não havia uma base orgânica garantindo-a junto à mídia e ao eleitorado do centro-sul. E havia a herança Sarney.

Serra acionou, então, o Delegado Federal Marcelo Itagiba, procuradores de sua confiança no episódio que ficou conhecido como Caso Lunus - um flagrante sobre contribuições de campanha, fartamente divulgado pelo Jornal Nacional. Matou a candidatura Roseana. Ficou com a imagem de um chefe de KGB.

A dinâmica atual da candidatura Dilma Rousseff é muito mais sólida que a de Roseana.

1. É apoiada pelo mais popular presidente da história moderna do país.

2. Fixou imagem de boa gestora. Conquistou diversos setores empresariais colocando-se à disposição para conversas e soluções. O Plano Habitacional saiu dessas conversas.

3. Dilma avança sobre as bases empresariais de Serra, e Serra se indispôs com todos os movimentos sociais por seu estilo autoritário.

4. Grande parte dessa loucura midiática de pretender desestabilizar o governo se deve ao receio de que Dilma não tenha o mesmo comportamento pacífico de Lula quando atacada. Mas ela tem acenado para a mídia, mostrando-se disposta a uma convivência pacífica. Não se sabe até que ponto será bem sucedida, mas mostrou jogo de cintura. Já Serra, embora tenha fechado com os proprietários de grupos de mídia, tem assustado cada vez mais com sua obsessão em pedir a cabeça de jornalistas, retaliar, responder agressivamente a qualquer crítica, por mais amena que seja. Se já tinha pendores autoritários, o exercício da governança de São Paulo mexeu definitivamente com sua cabeça. No poder, não terá a bonomia de FHC ou de Lula para encarar qualquer crítica da mídia ou de outros setores da economia.

5. A grande aposta de Serra - o agravamento da crise - não se confirmou. 2010 promete ser um ano de crescimento razoável.

Com esse quadro desfavorável, decidiu-se apertar o botão vermelho da CPI da Petrobrás.

O caso Petrobras
Com a CPI da Petrobras todos perderão, especialmente a empresa. Há um vasto acervo de escândalos escondidos do governo FHC, da passagem de Joel Rennó na presidência, aos gastos de marketing especialmente no período final do governo FHC.

Todos esses fatos foram escondidos devido ao acordo celebrado entre FHC e José Dirceu, visando garantir a governabilidade para Lula no início de seu governo. A um escândalo, real ou imaginário, aqui se devolverá um escândalo lá. A mídia perdeu o monopólio da escandalização. Até que grau de fervura ambos os lados suportarão? Lá sei eu.

O que dá para prever é que essa guerra poderá impor perdas para o governo; mas não haverá a menor possibilidade de Serra se beneficiar. Apenas consolidará a convicção de que, com ele presidente, se terá um país conflagrado.

Dependendo da CPI da Petrobras, aguarde nos próximos meses uma virada gradual da mídia e de seus aliados em direção a Aécio.

Credit Suisse opina sôbre o Brasil...mas deveria colaborar para diminuir a evasão fiscal,de divisas e lavagem de dinheiro.


A crise não ficou para trás, diz Credit Suisse

"O Brasil ainda precisa manter a cautela." A afirmação é de Antonio Quintella, presidente do banco Credit Suisse no país, que diz que existe hoje uma impressão de que a crise já ficou para trás, mas não dispensa a possibilidade de novas surpresas desagradáveis ainda surgirem de fora.
"O país precisa agora manter uma postura cautelosa, mais pelo cenário externo do que pelo interno", afirma. Para ele, o Brasil está "extraordinariamente" bem posicionado, mas apenas "em termos relativos".
Quintella acredita que o país está em uma posição favorável, mas que o cenário ainda é de incertezas no mundo, e isso pode ser prejudicial.
"Assistimos a uma desaceleração da economia muito menos intensa. O país tem espaço significativo para redução das taxas de juros, que devem continuar caindo. Temos uma situação de solvência externa muito confortável, e neste sentido estamos bem, mas existe a incerteza no cenário macroeconômico mundo afora", afirma o presidente do banco.
Quintella ainda se preocupa com repiques externos que possam respingar no desempenho brasileiro.
"Se tivermos, a partir de agora, um aumento do desemprego muito rápido e uma queda do consumo nas principais economias internacionais, com mais necessidade de ajuda dos governos, isso provocaria um impacto sobre os produtos que exportamos e sobre as taxas de câmbio", diz.
Neste cenário de incertezas internacionais, o Brasil tem representado um ponto estratégico para o Credit Suisse, com o reaquecimento do mercado de fusões e aquisições. O banco registrou posição de liderança em fusões e aquisições no país até o mês de junho, com 37% do mercado, tendo assessorado 11 operações.
"O mercado veio crescendo muito ao longo dos últimos anos e se retraiu nos dois últimos semestres por conta da escassez para financiar essas grandes transações, mas nos dois últimos meses, tem reagido de forma consistente", afirma Quintella

Reativação da CPI do Banestado e da CBF-Nike é mais importante que a CPI da Petrobrás

O PSDB quer desvalorizar a Petrobrás com essa nova CPI. Também quer aproveitar e gerar imagens de TV para suas futuras campanhas políticas.O Luis Nassif diz que tem o dedo do Serra.O PHA concorda.

Achamos a mesma coisa, mas à diferença do PHA e do Nassif eu sou favorável à reabertura da CPI do Banestado e da CBF-Nike.

Reabrindo essas duas CPIs que deram em pizza,quero ser convocado para um depoimento.Eu as vezes sonho que estou depondo nessas duas CPIs e falando muita coisa que poucos conhecem e se conhecem não tem coragem de dizer.

Na reativação da CPI da CBF-Nike poderíamos descobrir finalmente porque o Delta Bank fez vários empréstimos à CBF com taxas de juros do Zimbabue? Quem ficou com a dieferença? O que estava garantindo esses empréstimos se o Delta Bank tem como política emprestar apenas com cash colateral. Quer dizer empresta dinheiro ao cliente com o próprio dinheiro do cliente.Em outras palavras o esquema da CBF lá não poderia ser muito diferente do abaixo:

1-CBF recebe um adiantamento e constitui um Time Depósit no Delta Bank que é remunerado a uma taxa digamos de 4%;
2-Delta faz um empréstimo a CBF e cobra 20%;
3-O diferencal normal vai prá receita do Delta, digamos 2% (máximo tolerável);
4-O Diferencial de 14% vai prá alguma conta misteriosa.

No caso da CPI do Banestado a gente poderia saber finalmente quais os favorecidos que conseguiram tirar do Brasil 200 bilhões de dólares via CC5, através de operações realizadas pelo Banestado,Delta Bank, Banco Real S.A, BB, Araucária, do Paraná, etc.

Então Senhores Deputados e Senadores: reativem já essas duas CPIs. O Brasil espera que vocês cumpram com seus deveres.

Delta Bank e Banco Real S.A - Livre transferência de contas correntes entre os dois Bancos nos Estados Unidos. Vocês acreditam que eram concorrentes?


Você acha que algum dia o Banco Santander S.A vai chamar o Banco Itaú e dizer: Vou transferir uns clientes prá você! Claro que não.Só se transfere clientes entre Bancos do mesmo Grupo,do mesmo patrão...

Pois não é que a testemunha do Banco Real S.A (atual Banco Santander S.A) disse no meu processo trabalhista que nunca tinha ouvido falar do Delta Bank e que se o Delta existisse no máximo seria um concorrente!

E ainda acrescentou: Pelo que eu sei o Domingos (o cara foi meu colega durante 30 anos) foi trabalhar para este Banco por iniciativa própria (tipo pegou sua malinha e se mandou para os States) e quando ficamos sabendo um ano e meio depois nossa surpresa foi enorme e ai resolvemos regularizar a sua situação no Brasil, fazendo sua demissão.

Vocês acreditam que um Banco multinacional, dotado do mais moderno sistema de informática no seu RH, não sabe que um dos seus principais executivos estava há um ano e meio ausente e nada acontece? Trabalhando para um concorrente? Realizando,por determinação dele, operações no limite da "irresponsabilidade"?

O Juiz do TRT não acreditou nessa versão fantasiosa.Eu aportei as provas documentais e testemunhais.

Sabem porque essas coisas acontecem?O poder econômico-financeiro no Brasil tem a certeza da impunidade com o uso de testemunho falso e a possibilidade de ganhar dinheiro com o "tempo injusto da justiça" brasileira.

Delta Bank e Banco Real. Uma história de sucesso crescente " no limite da..."


O Banco Real agradeceu meus trabalhos para o Delta Bank. O Delta Bank tem 95% de seus clientes no Brasil e em seu site oficial não consta endereço aqui.Porque será?Será porque?

Quem é o Delta Bank? Por que o blog existe? O Brasil não pode continuar sendo o país da impunidade.Definitivamente.

Quem é o Delta Bank?
Delta Bank é um Banco americano de capital brasileiro que pertencia ao Grupo do Banco Real S.A (atual Banco Santander S.A) até a data da venda ao grupo ABN Amro. 95% dos seus clientes eram ou são ainda brasileiros, tendo sido conquistados pela rede de Agências do Banco Real S.A no Brasil. Outros 5% são Colombianos, Bolivianos, Uruguaios e Paraguaios, igualmente conquistados pelas sucursais do Grupo nesses países da América latina. Logo o Delta Bank foi fundado, cresceu e dá muito lucro graças ao trabalho de toda a rede de funcionários do Banco Real no Brasil e no exterior. Há o reconhecimento por parte da Diretoria do Banco Real S.A ao meu trabalho realizado para o Delta Bank. (várias vezes foi publicado aqui no blog)

Porque o Delta Bank é freqüentemente citado no blog?
O blog foi criado para denunciar o não recolhimento de impostos, principalmente INSS e FGTS, não efetuados pelo Banco Real S.A durante quase 20 anos dos 30 que trabalhei e relativos ao meu contrato de trabalho para o grupo. O Delta Bank é co-responsável por essa situação na medida em que determinou a simulação da rescisão do meu contrato CLT para proteger os interesses do Banco Real, seu proprietário no Brasil. Quando acionado na justiça o Banco Real ABN Amro (já sob a atual administração) usou esta simulação para alegar prescrição do direito de reclamar.

Quais eram os interesses que o Delta Bank queria proteger ao determinar a simulação da rescisão do contrato CLT no Brasil?
O Banco Real S.A, como instituição financeira brasileira, é fiscalizado pelo Banco Central do Brasil e por outros órgãos públicos brasileiros (Receita Federal, INSS,Polícia Federal, etc.). Como as operações realizadas no Brasil pelo Delta Bank (de sua propriedade) eram e são “no limite da irresponsabilidade”, envolvia e envolve parceria com doleiros, tudo era e é feito pelo Delta Bank no sentido de “parecer” ser apenas uma empresa americana, portanto não subordinada às leis brasileiras. Assim sendo, caso eu tivesse algum problema com as autoridades, nas freqüentes viagens e estadias no Brasil, a empresa Banco Real S.A não poderia ser responsabilizada ou criminalizada já que eu oficialmente era apenas um funcionário sob contrato americano a serviço de uma empresa americana. Obviamente que não pensaram nas conseqüências para mim, mas sempre foi assim e sempre será assim.

Mas porque existiam dois contratos. Um nos Estados Unidos e outro no Brasil?
Alguns expatriados mais antigos (meu caso) tinham direito, por regulamento, à manutenção de seus contratos no Brasil quando eram mandados para o exterior e obrigatoriamente ao contrato legal no país de designação. O objetivo da manutenção do contrato CLT era o vinculo para efeitos de contagem de tempo para aposentadoria e os recolhimentos previdenciários (INSS,FGTS) a favor do expatriado, calculados sobre os salários e benefícios percebidos no exterior. Não havia, no meu caso, salário no Brasil, pois o holerite era zerado pelo sistema de informática do Banco. Ficou provado que o Banco Real S.A nunca efetuou os recolhimentos do INSS e do FGTS, causando enormes prejuízos aos expatriados e por conseqüência ao tesouro brasileiro. Daí a minha insistência para que a Receita Federal e o INSS façam uma investigação rigorosa e apurem os valores devidos aos cofres do país.

Até quando o blog será mantido?
Denunciando o comportamento do Banco Real S.A e do Delta Bank (que por razões misteriosas não tem endereço fixo no Brasil) o blog continuará até que a justiça do TST se pronuncie e claro que eu espero e confio que ela confirme o acórdão do TRT de Pernambuco que, por unaminidade, já me deu ganho de causa, uma vez que aportei provas documentais e testemunhais mais que suficientes para demonstrar o descumprimento do regulamento e das leis brasileiras pelos dois Bancos.

Mas precisava de um blog para isso?
Não se as coisas tivessem sido feitas de forma transparente e sem causar danos ou prejuízos consideráveis. O grande problema no Brasil é que este tipo de comportamento nunca é denunciado e por isso mesmo algumas empresas e certos administradores se julgam no direito de fazer as coisas conforme seus interesses, nem sempre legítimos. O Brasil definitivamente não pode continuar sendo o país da impunidade absoluta dos Bancos estrangeiros ou nacionais que atuam aqui em private banking internacional, incentivando a evasão fiscal, de divisas e a lavagem internacional de dinheiro em parceria com doleiros.

Este post fará parte de uma coluna fixa do lado direito do blog.